Coisas que fiz – publicada originalmente em 28/08/2008

Já roubei flor de um jardim para dar para minha namorada, também roubei beijo! Já pisei em poças d’água da chuva e molhei os amigos Já fiz guerra de travesseiros com minha irmã e acabamos brigando de verdade Já tive sonhei ser cantor, piloto de avião, mágico, bombeiro, hoje sou feliz como humano Já confundi … Continue lendo Coisas que fiz – publicada originalmente em 28/08/2008

Verso no guardanapo de papel

Não sei explicar a razão, mas costumo escrever alguns versos em guardanapos de papel, talvez seja porque quando me vem a inspiração tenho que rabiscar no primeiro pedaço de papel que me vem à frente e casualmente são guardanapos, talvez seja porque o guardanapo de papel me inspire, talvez seja uma simples coincidência, mas a … Continue lendo Verso no guardanapo de papel

Hoje é seu aniversário

A data exata foi 16 de julho de 1985, um dia frio, cinzento e carrancudo, que às 13 horas e 10 minutos ganhou cores e vida, literalmente, e transformou-se no dia mais radiante da minha vida. Você nasceu e a todo pulmão anunciou que havia chegado. Você cresceu e virou mulher adulta, mas para mim, … Continue lendo Hoje é seu aniversário

Pequena crônica sobre o Amor

O amor é redondo. Não dá para imaginar o amor quadrado, tem que ser redondo, circular, sem início e fim definido. O amor é liquido, mas também é sólido, e por vezes gasoso. Além de cardíaco, o amor é hormonal, linfático e cerebral, mas, sobretudo é energia que flui da alma. O amor não é … Continue lendo Pequena crônica sobre o Amor

Parque Trianon

Naquela manhã de fevereiro o sol já brilhava com fúria. Com a disciplina das formigas as pessoas caminhavam a passos largos e apressados pela mais paulista das avenidas. Centena de vezes havia passado na frente daquele parque, mas nunca tive a tentação de parar. Naquele dia, depois de hesitar um pouco, decidi entrar. Logo na … Continue lendo Parque Trianon

Enfim veio a chuva!

Era madrugada quando a chuva caiu sem alarde, branda e silenciosa. Veio para molhar, ressuscitar, fazer reviver, depois de um longo período de estiagem e sofrimento. A natureza festejou ao som da chuva que parecia entoar uma alegre canção de celebração à vida. De manhã, a louca passarada, com alegria, festejou a chegada da chuva … Continue lendo Enfim veio a chuva!

Ao poeta das curvas

Cheguei a Brasília no exato dia que seu criador ali estava sendo velado; pura coincidência. O avião, que teve que esperar uma hora para partir, devido a torrencial chuva que caia sobre São Paulo, pousou hesitante. A chuva na saída se apresentou como uma avalanche de lágrimas, infelizmente, verticais e em linha reta, contrariando sua … Continue lendo Ao poeta das curvas